Figueira da Foz lança programa para valorizar e preservar o sal
«Sustentar» é o nome do programa que oferece 6 bolsas para 6 projectos que estão a ser implementados em território nacional como resposta aos actuais desafios ecológicos e sociais. É o caso do Núcleo Museológico do Sal, na Figueira da Foz.
Há muitos anos que o município da Figueira da Foz trabalha para valorizar e preservar o sal. A exploração de sal teve sempre um papel determinante na economia local— as referências mais antigas a essa actividade, bem como à Ilha da Morraceira, remontam ao longínquo ano de 1166. Reconhecendo o potencial natural e cultural do salgado enquanto alavanca de desenvolvimento sustentável do território, o município adquiriu a Salina do Corredor da Cobra, com o intuito de promover a reactivação e manutenção contínua da actividade salineira.
O Núcleo Museológico do Sal, um complexo cultural e ambiental que integra um armazém de sal, uma rota pedestre pelo salgado, uma rota fluvial pelo estuário do Rio Mondego e ainda um observatório de aves, é a tangibilização do intuito de salvaguardar a Salina do Corredor da Cobra enquanto património natural e cultural.
"O «Sustentar» pretende valorizar, com o contributo das artes visuais, iniciativas experimentais relacionadas com práticas de sustentabilidade que estão a ser implementadas em território nacional", afirma Virgílio Ferreira, director artístico da Ci.CLO e da Bienal Fotografia do Porto e coordenador do programa Sustentar.
Até 23 de fevereiro, podem candidatar-se artistas nacionais e estrangeiros residentes em Portugal que usem a fotografia e/ou vídeo como meio de expressão. 6 bolsas, 6 projetos, 6 territórios, 6 exposições para «Sustentar» projectos já implantados ou em fase de implantação em vários pontos do país. A sustentabilidade social e/ou ambiental é o denominador comum deste programa organizado e produzido pela Ci.CLO Plataforma de Fotografia que, recorde-se, promoveu a I Bienal Fotografia do Porto.
Produzido pela Ci.CLO, em parceria com as Câmaras Municipais de Mértola, Évora, Figueira da Foz, Loulé e Setúbal e a EDIA, este programa de criação artística culminará numa exposição itinerante, que será integrada na programação da Bienal′21 Fotografia do Porto e nos vários espaços expositivos dos parceiros envolvidos.
Os seis artistas seleccionados irão desenvolver os seus projectos com acompanhamento curatorial de Virgílio Ferreira; Pablo Berástegui, curador e director da Galeria de Fotografia Salut au Monde e Krzysztof Candrowicz, curador, director de arte, investigador, educador e ex-director artístico da Triennale der Photographie Hamburg. O programa incluirá ainda dois workshops orientados por Jayne Dyer, Gil Penha-Lopes e Álvaro Domingues.
Com atividades gratuitas e dirigidas a todas as idades, o programa pretende valorizar os moinhos enquanto património cultural e identitário, promovendo simultaneamente o contacto com tradições ancestrais ligadas à moagem e ao ciclo do pão.
A edição deste ano apresenta uma área expositiva ampliada, com a inclusão da Antiga Igreja, e três dias de programação que incluem sessões de autógrafos, workshops, cinema, jogos e atividades para diferentes públicos.
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