Maria Luiza transita entre cores, sons e sentimentos. Sua intuição é o fio condutor no processo. “Muitas vezes começo pelo fim. Parto de um sentimento e vejo o trabalho como um todo. Como boa pisciana não gosto de bordas, prefiro brincar com esses limites.” Cria assim, nuances de natureza onírica. Sua sonoridade reflete uma diversa influência cosmopolita, inerente a sua história. Filha do maestro Tom Jobim, gravou a sua primeira participação aos 6 anos na canção “Samba de Maria Luiza”. O disco conta com parcerias inéditas com Adriana Calcanhotto e Arnaldo Antunes.
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Bilhete: 13€
O Dar a Ouvir regressa ao Convento São Francisco para assinalar a sua 10.ª edição, com um programa que reafirma o lugar da escuta enquanto experiência artística, sensorial e crítica.