teatro / estreia
18 setembro —14h30 + 21h30
19 setembro — 19h30
Corpos Inomináveis
Mente de Cão
Espetáculo com Audiodescrição Integrada
€7 — €5 — €10 Bilhete Família (máx. 2 adultos / 2 jovens até 12 anos)
Corpos Inomináveis parte de uma leitura coreográfica do romance de Samuel Beckett, “O Inominável”, para investigar os limites da liberdade, do em-comum e da linguagem. Um grupo multidisciplinar de performers, com várias raízes culturais, leva-nos até ao palco do teatro, para partilhar um jogo de tensões entre o dito e o não dito, entre o que se vê e o que não se vê, entre o dentro e o fora. Uma peça, em forma de Jam Session, em que o fluxo é feito de movimento, de corpos, de imagens, de palavras, de encontros e desencontros, à volta da pergunta “afinal, o que é ainda Inominável, hoje?”
Mente de Cão é uma companhia de teatro físico criada por Joana Pupo, Pepa Macua e Catarina Sobral. Tem como missão criar propostas artísticas, através da troca de experiências e linguagens. Colabora com artistas de várias nacionalidades e assume um forte compromisso internacional. A criação e a circulação das suas peças são partes de um processo que se sustenta na tríade investigação-criação-formação. Cada projeto é visto como uma forma de interrogar o mundo e de gerar novos encontros. Em 2020/21, conduziram a sua pesquisa sobre a experiência do enraizamento e da migração, para a produção de A GRAVIDADE DE UM PÁSSARO, com Joana Pupo e Pepa Macua, estreada em Setembro, no Teatro da Cerca de São Bernardo. Em 2021/22, a companhia desenvolveu TODAS AS COISAS EXTRAORDINÁRIAS, com Joana Pupo e Jaime Mears, projecto teatral que estabelece uma ponte entre arte e saúde e mental, com especial foco na adolescência. Em 2023/24, a companhia criou ENSAIO PARA A DESORDEM, com Pepa Macua e Juan Fresina Scotto, peça sobre a segunda lei da termodinâmica, com foco nas linguagens do teatro físico e do circo contemporâneo, em cruzamento com a ciência. Em 2024/25, em co-laboração com a Baileia, criámos e apresentamos CURUPIRA TERNURA SELVAGEM, uma peça bilíngue em Português e Língua Gestual Portuguesa, que indaga sobre a questão universal da floresta e a nossa ligação a ela, partindo das linguagens cénicas do teatro, da dança e da música.
Co-criação e performance
Inês Gonçalves, Frankão, Jaime Mears, Jorgette Dumby, Juan Fresina Scotto, Pacas, Pepa Macua
Direção artística
Joana Pupo
Direção de produção
Catarina Sobral
Colaboração artística e pesquisa coreográfica
Maria Ramos
Textos
Joana Bértholo e Joana Pupo
Apoio à Dramaturgia
Pepa Macua
Apoio à audiodescrição
Catarina Sobral e Inês Gonçalves
Desenho de luzes
Mafalda Soares de Oliveira
Desenho de figurinos
Mafalda Estácio
Desenho gráfico
Eduarda Lima
Fotografia de processo
Davide Costa, João Duarte e Pedro Jafuno
Coprodução
Teatro Académico de Gil Vicente, Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha e Teatro José Lúcio da Silva
Parceria
Instituto Politécnico de Leiria
Este projeto tem o financiamento
República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / DGArtes, Fundação Calouste Gulbenkian, Fundação GDA
Com o apoio
Centro de Experimentação Artística da Moita, c.e.m. – centro em movimento, do Polo Cultural Gaivotas-Boavista, Centro de Artes das Caldas da Rainha, Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha, Teatro da Rainha e Biblioteca de Marvila
Apoio à investigação
Estúdios Vitor Córdon
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Espetáculo com Audiodescrição Integrada, sessões acessíveis a pessoas com deficiência visual
Sessão para público em geral conta também com tradução para Língua Gestual Portuguesa
18 set — 14h30 para grupos organizados (com audiodescrição)
18 set — 21h30 para público em geral (com audiodescrição)
19 set — 19h30 para público em geral (com audiodescrição e LGP)
auditório TAGV (lotação limitada)
duração aprox. 1h30
*Ensino Secundário e Superior / Jovens e Adultos